O Sabor da Poesia

Quem não tem no fundo do coração
um sombrio castelo de Elseneur?
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Como as pessoas do passado
Construímos em nós mesmos pedra
por pedra um grande castelo assombrado.
VICENTE DO REGO MONTEIRO, poeta brasileiro
(in Bachelard, pg. 65)
Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) nasceu no Recife, em 1899. Foi, acima de tudo, pintor, mas também escreveu poesia. Durante quase toda a sua vida, foi mais conhecido e apreciado em França do que na sua terra natal. Em 1960, ganhou o prémio Guillaume Apollinaire, em virtude da publicação do livro Broussais - la Charité).
Foi um antecipador do aparecimento da Poesia Concreta no Brasil.
in: MONTENEGRO, Delmo - Martins Júnior, Augusto dos Anjos, Joaquim Cardozo: Presença da Poesia Científica na Literatura em Pernambuco [Em Linha]. Paraíba: Blog Capitu, 03 Julho 2004 [Consult. 13 Janeiro 2005 12.47]. Disponível em www. http://capitu.uol.com.br/P.asp?p=3,7,2004,2452
Obras:
Quelques visages de Paris (1925),
Poemas de bolso (1941),
A chacun sa marotte, bergerie en une demi-journée et deux scènes (1943),
Litanies à la France combattante (1944),
Canevas : poèmes (1946),
Le Petit cirque (1948),
Chants de fer (1950),
Beau sexe (1950),
Cartomancie... (1950),
Concrétion (1952),
Vers sur verre (1953),
Mon onde était trop courte pour toi, 1939-1941 (1956),
Mobiliáro interior da poesia, acompanhado de ″Pequeno momento para os artistas e poetas″ (s/d)
